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sexta-feira, 3 de julho de 2009

Voluntários ajudam a cuidar de pingüins em Salvador

Voluntários ajudam a cuidar de pingüins em Salvador

Assim que chegam a instituto, animais são examinados, alimentados e tomam medicação.
Auditório recebeu gaiolas e caixas para acomodar 'visitantes'.

Cerca de 200 pingüins já foram levados ao Instituto Mamíferos Aquáticos, de Salvador, neste ano. Eles não param de chegar à capital baiana e o número de animais machucados é tão grande que os cientistas estão preocupados e precisam de ajuda para devolvê-los à natureza com saúde.

Assim que chegam ao instituto, os pingüins são examinados, alimentados e tomam medicação. Nas nadadeiras, números identificam cada um dos animais, que têm até prontuários. Depois de pesados, eles recebem atenção e cuidados especiais de veterinários, biólogos, técnicos e voluntários.Há animais espalhados por todas as salas. Como não param de chegar pingüins, profissionais e voluntários tiveram que improvisar.

O auditório da instituição recebeu gaiolas e caixas para acomodar os animais em recuperação. “A gente tem gasto de 15 a 20 quilos de sardinha por dia”, diz a veterinária Raquel Velozo. Os animais devem passar cerca de 60 dias em recuperação, na Bahia.

A aparição de pingüins nas praias do Nordeste não é comum. Mas pesquisadores registram aumento no número dessas aves marinhas encontradas no Brasil neste ano. Os animais que chegam às praias brasileiras são da Patagônia, na Argentina, onde vivem em colônias.






Essa reportagem eu peguei no site da Globo(www.g1.globo.com)

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