A Chapada Diamantina está localizada no centro da Bahia e tem o importante Parque Nacional da Chapada Diamantina. Nessa região é onde nascem rios que abastecem várias cidades do estado. O Parque Nacional é administrado pelo ICMBio - Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade. O instituto é vinculado ao ministério do meio ambiente e tem como função implantar, gerir, proteger, fiscalizar, pesquisar e monitorar as unidades de conservação. Mas no começo de setembro de 2015, um incêndio se iniciou na Serra do Ramalho e o Ibama conseguiu combater o fogo, mas dois dias depois (13), outro incêndio foi observado e brigadistas do Vale do Capão conseguiram controlar as chamas, mas na madrugada, novamente focos começaram em outros lugares. E agora depois de um mês as chamas continuam devastando toda a área. Cerca de 30 mil hectares já foram destruídos pelo fogo e diversas denúncias já foram feitas por brigadistas que, tecnicamente, deveriam receber equipamentos para que possam lutar por essas áreas que preservam, mas...na realidade não é nada disso, e o que deveria ser entregue a eles fica apenas na dívida. O dinheiro que foi gasto para tentar impedir que esse fogaréu continue, era possível ter cerca de 14 anos de preservação para que não acontecesse o que acontece agora. Ainda dizem que foi "sorte" não ser uma queimada tão grande quanto de 2008 que teve 152 mil hectares destruídos pelo fogo. Mas alguém já parou para perceber que fazem apenas 7 anos que todos esses hectares foram queimados e que agora serão 182 mil que precisarão se recuperar? A recuperação dessa mata só vai começar daqui a 15 anos e o trabalho de hoje, desses brigadistas, está sendo como enxugar gelo. A pergunta é, por que não houve investimento antes? Graças à chuva que caiu durante 3 dias, o fogo diminuiu e alguns focos de incêndio foram contidos, e isso só prova mais uma vez que é mais fácil esperar cair do céu o resultado do que confiar em quem deveria encontrar a solução do problema, ou melhor, nem o deixar acontecer.
Tenho acompanhado por reportagens e mídias sociais - assim como todos, imagino eu, - a questão dos refugiados e da guerra da Síria. E esses dias encontrei essa imagem do cartunista Roberto Kroll que retrata todas as reais imagens tiradas por corajosos fotógrafos como Nick Ut, da primeira imagem, de um vilarejo no Vietnã durante um ataque. Ou Kevin Carter que teve o sangue frio em tirar o retrato do garotinho morrendo de fome (que estava no programa de ajuda da ONU) e o abutre esperando sua morte, o prestigiado fotógrafo recebeu críticas sobre seu ato, e foi tamanho o sentimento de culpa que suicidou-se mais tarde. E agora, Nilufer Demir que registrou a imagem do corpo de Aylan Kurdi, de apenas 3 anos, um refugiado fugindo da Síria.
É difícil, pelo menos para mim, escrever sobre isso, sobre essas cenas. Durante anos ocorrem guerras em nosso mundo tão "avançado", guerras sem fundamento em que a loucura pelo poder fala mais alto. A Guerra Civil da Síria começou em 2011 com protestos para destituir o presidente Bashar al-Assad do poder, mas só agora todo o mundo parou para prestar atenção nesse desastre. Precisamos chegar á esse ponto? Ao ponto de 215 mil pessoas terem morrido, para que o mundo inteiro finalmente volte os olhos para um país que se acaba aos poucos? Várias cidades da Síria foram destruídas e cerca de 3,8 milhões de sírios perderam tudo que durante uma vida conquistaram e fogem em desespero de seu país na tentativa de, não alcançar uma vida melhor, mas na tentativa de sobreviver. Falta sensibilidade de países que podem abrir suas fronteiras á refugiados que choram, gritam, imploram e pedem por socorro. Falta senso em entender que matar não é a solução, e que essa guerra não está trazendo benefício para ninguém. Falta humanidade de todos os lados.
Em 1950, após a II Guerra Mundial, foi criada a ACNUR - Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados, o organismo que deveria suprir e ajudar pessoas deslocadas em todo o mundo, as salvando e ajudando de acordo com seus direitos e seu bem-estar. O órgão já pediu cautela para a Europa em relação á esses refugiados, sendo que essa grande migração vêm atacando os países do continente que muitas vezes não podem ajudar. Países como Líbano, Jordânia, Quênia e Tailândia estão lotados e fecham as fronteiras para essas pessoas que são obrigadas á viverem em campos sem que possam trabalhar ou ser parte de uma sociedade.
Os refugiados possuem direitos, dentre eles, a "não-devolução", um país que acolheu um refugiado, não pode mandá-lo de volta para seu país de origem ou expulsá-lo contra sua vontade (apenas caso cometa algum crime). Os refugiados também tem direito á emprego remunerado, ensino público, assistência médica, habitação e etc.
As pessoas muitas vezes esquecem-se que somos um único povo, com tamanhas diferenças impostas por nós mesmos. A diferença de classes, cor, religião, entre outras é a desculpa usada por muitos para cometerem crimes de preconceito, ou então "livrarem-se" de ajudar alguém necessitado. É triste ver as portas sendo fechadas para pessoas que gritam por ajuda, crianças chorando e pessoas sem sua casa, seu emprego, sua cultura, tendo a necessidade de abandonar tudo e todos que um dia conheceram, que um dia obtiveram. É necessário humanidade para nós humanos.
Li uma vez na auto-biografia de Nikola Tesla, uma "frase" que nunca se apagará de minha memória:
A paz só pode vir como consequência natural da educação universal e da mistura de raças, e ainda estamos longe dessa feliz realização, porque poucos, de fato, hão de admitir a realidade - que Deus criou o homem à Sua imagem - e por isso todos os homens da terra são iguais. Há, na verdade, uma só raça, com diversas cores. Cristo é uma única pessoa, mas é de toda gente, então por que algumas pessoas se creem melhores do que as outras?
No mundo inteiro, atualmente, existe cerca de 59 milhões de pessoas deslocadas. fora de seus países, longe de suas culturas, buscando por um novo rumo, um novo recomeço.
No dia 09/07, em uma quinta-feira, eu fui visitar uma tal Fazenda da Biacica no Itaim Paulista, essa fazenda existe desde 1682 e infelizmente está á Deus dará hoje. A propriedade foi tombada pelo Conpresp (Conselho Municipal de Preservação do Patrimônio Histórico, Cultural e Ambiental da Cidade de São Paulo), o que significa que a antiga chácara foi reconhecida como patrimônio histórico, a questão é por que ela não é tratada como tal?
O casarão, na verdade, era uma capela de taipa construída em 1682 e de características luso-brasileiras. Quando a capela começou a entrar em estado de decadência, ela foi comprada por Levén Vampré para usá-la como casa de veraneio.
Aqui estão algumas das fotos que tirei do lugar quando estive lá, foi realmente uma experiência nova e assustadora, o que me fez voltar para casa cheia de picadas de pernilongos e boas fotos, valeu á pena.
Espero que tenham gostado da postagem e das fotos, quero melhorar em minha fotografia e espero que esteja conseguindo haha'
Fontes: Revista Eletrônica de São Miguel
Vampré introduziu elementos artísticos de modo a valorizar a natureza sacra da antiga edificação, idealizando um passado em que o catolicismo teria exercido influência benéfica sobre os indígenas, primitivos habitantes da região.E mais tarde, entre 1944 e 1968, foi também habitada pela família Fontoura, associando seu nome á chácara e também fazendo mudanças. O CONPRESP reconheceu o valor cultural e ambiental da Chácara dos Fontouras através do tombamento em 1994, o que já era preocupação de Mário de Andrade em 1937, quando visitou a casa como técnico do IPHAN.
Aqui estão algumas das fotos que tirei do lugar quando estive lá, foi realmente uma experiência nova e assustadora, o que me fez voltar para casa cheia de picadas de pernilongos e boas fotos, valeu á pena.
Espero que tenham gostado da postagem e das fotos, quero melhorar em minha fotografia e espero que esteja conseguindo haha'
Fontes: Revista Eletrônica de São Miguel
Como estou de férias e tenho pelo menos tempo para entrar aqui no blog, estava vendo alguns e-mails e descobri entre eles o blog A Restless Transplant de um americano chamado Foster Huntington que largou seu emprego em Nova York em 2011 e passou a viajar pelo mundo, e até conseguiu construir uma casa e um escritório na árvore (UAU). E entre todos os seus projetos, eu vi um que me chamou bastante a atenção e que pode ser feito por qualquer um, simples e rápido: The Burning House, ou seja, A Casa Queimando, ou pegando fogo, o que seja...mas calma, não é nada em colocar fogo em sua casa, é apenas uma decisão que você teria que tomar se sua casa pegasse fogo, que é: O que você pegaria se sua casa estivesse em chamas? Além das pessoas e animais de sua casa, quais objetos sentimentais e necessários que você levaria consigo?
O projeto consiste em tirar uma foto com tudo aquilo que levaria, especificando o porquê de pegar aquilo, além de se identificar com nome, idade, ocupação e onde mora. Como o meu:
O projeto está aqui no blog, podem me enviar as fotos por e-mail em sky.clara@gmail.com também estará no meu Facebook ou na minha galeria no Instagram, apenas marque sua foto com a hashtag #TheBurningHouseBR e aparecerá aqui no Verdeante e no blog Above Dresser, e em outras redes sociais.
O projeto consiste em tirar uma foto com tudo aquilo que levaria, especificando o porquê de pegar aquilo, além de se identificar com nome, idade, ocupação e onde mora. Como o meu:
Nome: Clara Barros Bueno
Idade: 15 anos
Ocupação: Estudante
Local: São Paulo, Brasil.
- Meu violão é muito importante para mim.
- Algumas fotos de família, as favoritas que já estão em meu quarto separadas.
- Tardis do Doctor Who que meus pais me deram e é o item favorito do meu quarto.
- Meu celular
- Algum livro bom, como As Sombras de Longbourn
- Minha mochila vazia
- Meias
- Rosa, minha porca de infância de grande valor sentimental
- E a câmera antiga daqui de casa
Na verdade acho que esqueceria metade dessas coisas, e o que levaria mesmo seria a câmera fotográfica, meu violão, a mochila e a porquinha (rosa).
O projeto está aqui no blog, podem me enviar as fotos por e-mail em sky.clara@gmail.com também estará no meu Facebook ou na minha galeria no Instagram, apenas marque sua foto com a hashtag #TheBurningHouseBR e aparecerá aqui no Verdeante e no blog Above Dresser, e em outras redes sociais.
Estou em uma fase da minha vida que tenho a necessidade de fazer escolhas, uma coisa terrivelmente assustadora para mim, já que minha indecisão sempre falou mais alto. Mas percebi que como eu, existem muitos outros por ai. Então, num dia qualquer, um amigo meu decidiu criar um blog O Menino da Cidade, em que falará um pouco sobre todas essas decisões que ele vai ter que tomar durante esse ano (seu último ano na escola) e mostrar como isso reflete em toda, e repito: TODA, a nossa vida. Fique com um trecho do texto dele:
Será um conselho?
lá, eu não vou escrever esse artigo por mim, mas por todas pessoas que estão no terceiro do ano do ensino médio, pois acho que dividimos os mesmos sentimentos nesse momento. O tão esperado terceiro ano, nem acredito que cheguei até aqui. Fico pensando"como será após esse ano? Como será a faculdade? O que irá acontecer com meus amigos?”.Ninguém sabe, cada um irá descobrir da sua maneira e tirar suas próprias conclusões. Sobre a amizades, fiz ótimos amigos nesse período da minha vida, mas será difícil manter contatos com todos. Esse ano não começou da melhor maneira possível, parece que não mandei uma dentro, parece que todas as minhas decisões foram erradas. Tem uma coisa que fica batendo na minha cabeça: a pressão familiar e escolar. Nunca pensei que era um peso tão grande, muitos professores e até mesmo o diretor da escola conversou conosco, todos dizem que não estamos levando a sério esse ano. Mas ninguém sabe o quão difícil é, pelo menos para mim está sendo muito difícil, ainda mais com esse começo de ano. [...]
O
Acessem: http://omeninodacidade.blogspot.com.br/
Continuando as postagens sobre o Space Camp 2015, pois ainda tenho muita coisa pra contar. No primeiro dia, quando chegamos do aeroporto fomos direto para a Pousada Natureza Foz onde fizemos o cadastro e ganhamos duas camisetas com o logo tipo do acampamento e uma bolsa carteira também com o logo tipo. Sem contar o crachá que teria que resistir até o último dia, pois sem ele não entraríamos no Parque Tecnológico (o meu já estava rasgando no terceiro dia). Depois de apresentações e a abertura do evento no auditório César Lattes, chegou a hora que eu não sabia que teria...seríamos divididos em grupos. Achei que o grupo seria formado com as pessoas com que você foi, que no caso seria da minha escola, mas os nomes foram sorteados e muito bem separados e eu fui parar em um grupo que não conhecia ninguém.
Nossa primeira "missão" era desenvolver um grito de guerra, 1 broche e o nome da equipe. O número da nossa equipe era 13, e conseguimos um nome muito criativo. SAT - Superação Apollo 13 (uma missão que não deu certo, por isso o "superação" antes do nome).
Nosso grito de guerra foi feito no último momento, como: "Um pequeno passo no Space Camp, um grande salto para o Brasil." E quem diria que isso daria certo?
O pessoal da organização nos avaliaria em tudo, desde entrosamento entre as pessoas do grupo, até na criatividade. Passei a ficar mais tempo com o grupo do que com o pessoal da minha escola, já que tudo deveria ser feito entre nós. O segundo dia foi de palestras e o terceiro começamos a montagem dos foguetes, ai sim a coisa ficava séria. Teríamos que construir dois foguetes com os materiais que estavam nos dando, um deles deveria alcançar o alvo e o outro levar um "Ovonauta" e pousá-lo em segurança. E bom, como faríamos isso? Ninguém sabia.
Recebemos alguns tubo de, tipo um papelão, pedacinhos de madeira para fazer as aletas, e o isopor em forme de cone para a parte de cima do foguete. Teríamos que calcular o ponto de pressão, centro de gravidade, encontrar um lugar para colocar o ovo, e montar o paraquedas para o primeiro foguete. O segundo teria que ser calculado as mesmas coisas, mas sem o ovo, mas para que alcance a distância correta. Fizemos o primeiro foguete e começamos o segundo, estava quase tudo pronto para o lançamento no dia seguinte, só faltava terminar a noite, onde todos os grupos se encontrariam na pousada para terminar seus devidos foguetes. Mas então aconteceu o inesperado, o ovo que estava extremamente fixo dentro da cápsula que acrescentamos no foguete, havia se quebrado, e então tivemos que começar tudo novamente. Ficamos refazendo o foguete até á 1h30 da manhã, e terminamos na hora extra do dia seguinte que nos deram antes do lançamento.
Ficamos de baixo de Sol quente no lançamento, sendo que fiquei até com insolação. Mas nesse ponto da competição, minha equipe já estava bem entrosada e nossos foguetes ficaram em segundo lugar, sendo que o ovo resistiu, um grande avanço. Depois faltaria apenas a montagem do Rover, o nosso maior problema.
Desde 1970, no dia 22 de abril é comemorado o Dia da Terra em todo o planeta, este é um dia para reconhecer a importância do nosso planeta Terra. O dia foi comemorado primeiramente pelos Estados Unidos em 1970, quando o senador americano Gaylord Nelson organizou um grupo do tipo de fórum ambiental, e acabou chamando a atenção de mais de 20 milhões de pessoas.
Ano passado a NASA criou o projeto Global Selfie (quando a NASA reuniu fotos de pessoas ao redor do mundo e criou um mosaico), mas esse ano será o projeto #NoPlaceLikeHome, que pede para que você tire uma foto de seu lugar favorito relacionado ao dia da Terra, então pode ser um campo, um lago, um tio, uma estrada ou etc, e então eles selecionarão as melhores fotos para criar um vídeo.
A NASA também disponibilizou as fotos das mudanças que ocorreram devido ao aquecimento global no mundo, as centenas de fotos divulgadas no site da agência, exibem as modificações de várias regiões ao longo de séculos, ou de apenas alguns dias. Nem todas as fotos sofrem alterações por conta das mudanças climáticas, mas também por conta da urbanização entre outros.
Essas são algumas das imagens disponibilizadas pela NASA:
| Melting Qoris Kalis glacier, Peru. |
| McCarty Glacier in southern Alaska. |
Em homenagem ao dia da Terra, o Google criou um Doodle que é um quiz para que você descubra que animal você é. Para isso basta responder umas perguntas simples do seu cotidiano e logo sairá o resultado
|
Após apontar no animal indicado, o site de buscas dá mais informações sobre a espécie. Entre as questões propostas pelo Google nesta quarta estão perguntas sobre o que você procura em um parceiro ou o que você faria em uma noite típica de sexta-feira. O resultado é imediato e você pode descobrir que parece, por exemplo, com um camarão mantis ou com uma abelha-de-mel.
Você pode fazer o teste no Doodle dessa quarta-feira.
Mas ai você se pergunta, o que eu poderia fazer no Dia da Terra, e não apenas postar uma foto?
Bom, aqui são algumas dicas do que seria legal ser feito nesse dia, desde coisas simples que qualquer um poderia fazer não apenas no Dia da Terra, mas sim todos os dias, até coisas como:
| Cuide do planeta assim como ele cuida de você. |
O Space Camp, ou Acampamento Espacial é um evento voltado a alunos de Ensino Médio, e principalmente os que se destacaram nas olimpíadas de Astronomia, a OBA. O evento tem foco em robótica, astronomia e astronáutica, alunos e professores de todo o Brasil, participam de palestras e atividades dinâmicas, que envolvem desde formação de equipes, montagem de foguetes e rovers.
No ano de 2015, a sede do evento foi o PTI, Parque Tecnológico de Itaipu, criado em 2013, pela Itaipu Binacional, o parque é como um polo tecnológico e científico tanto para o Brasil, quanto para o Paraguai. O Parque foi instalado nos antigos alojamentos construídos por trabalhadores da usina. Dentro do próprio PTI, podem ser vistas as parcerias feitas com algumas faculdades e os cursos oferecidos por elas, como a UNIAMÉRICA, UDC, Unifoz, Unila, entre outras.
Os locais que mais ficamos para assistir as palestras ou para as atividades dinâmicas, foram: Auditório César Lattes, para as palestras. E o espaço de eventos Florestan Fernandes, onde eram feitas as atividades em grupo.
Também visitamos o Cineteatro Barrageiros, nome dado em homenagem aos homens que trabalharam na usina de Itaipu. Lá, foi onde assistimos a palestra do Tenente-coronel Marcos César Pontes, ou o astronauta Marcos Pontes, que realmente, deu uma lição de vida á todos que estavam assistindo sua palestra.
Outro lugar que visitamos, tanto para a observação do céu, quanto para o planetário, foi o Polo Astronômico Casimiro Montenegro Filho.
O que mais me impressionou naquele lugar, foi sua estrutura e como tudo foi "reutilizado", os antigos dormitórios de trabalhadores, hoje são salas de estudo, e o lugar é gigante. Queria ter conhecido mais de lá, mas sabia que me perderia se me afastasse um pouco. Espero voltar lá em breve.
No dia 09 de Março de 2015, eu, um professor e mais 5 alunos do Colégio Integração, viajamos até Foz do Iguaçu, para o Space Camp 2015, organizado pela ACRUX e OBA (olimpíada brasileira de astronomia), alunos que tiveram destaque ou que obtiveram boas notas na olimpíada, foram chamados para o IV Space Camp, que nesse ano foi feito no PTI (Parque Tecnológico de Itaipu).
Tenho muita coisa para falar sobre o curso, a cidade, o PTI, a usina e tudo que aconteceu. Foram reunidos, aproximadamente, 150 alunos para cursos de astronomia, astronáutica, robótica, empreendedorismo, entre outros. Pessoas de todo o Brasil e alguns vindos de outros países, ficaram hospedados em uma pousada que ficava a 30 minutos, mais ou menos, do parque tecnológico, onde todas as manhãs éramos levados de ônibus até lá. O curso durava 1 semana, dividíamos quartos com desconhecidos, o que nos obrigava a socializar. No primeiro dia, todos os alunos foram divididos em 15 grupos, que duraria durante o curso inteiro. Os grupos eram formados por pessoas desconhecidas e aleatórias, nunca ficávamos com alguém da própria escola. Haviam pessoas de Rezende no Rio de Janeiro, Belo Horizonte em Minas Gerais e até mesmo de São Paulo, na Mooca, a mesma região que eu. Todos, de alguma forma, acabaram se falando durante os 7 dias, acabamos criando relações de amizade com muitos, até mesmo quem não era do nosso grupo.
Além de palestras, tivemos aulas práticas e muita motivação. Assistimos uma palestra do astronauta brasileiro, Marcos Pontes e do fundador da EMBRAER, sem contar outros grandes nomes que sempre enfatizaram a importância de continuar, nunca desistir, e acreditar fielmente em seus sonhos.
Tenho muita coisa para falar sobre o curso, a cidade, o PTI, a usina e tudo que aconteceu. Foram reunidos, aproximadamente, 150 alunos para cursos de astronomia, astronáutica, robótica, empreendedorismo, entre outros. Pessoas de todo o Brasil e alguns vindos de outros países, ficaram hospedados em uma pousada que ficava a 30 minutos, mais ou menos, do parque tecnológico, onde todas as manhãs éramos levados de ônibus até lá. O curso durava 1 semana, dividíamos quartos com desconhecidos, o que nos obrigava a socializar. No primeiro dia, todos os alunos foram divididos em 15 grupos, que duraria durante o curso inteiro. Os grupos eram formados por pessoas desconhecidas e aleatórias, nunca ficávamos com alguém da própria escola. Haviam pessoas de Rezende no Rio de Janeiro, Belo Horizonte em Minas Gerais e até mesmo de São Paulo, na Mooca, a mesma região que eu. Todos, de alguma forma, acabaram se falando durante os 7 dias, acabamos criando relações de amizade com muitos, até mesmo quem não era do nosso grupo.
Além de palestras, tivemos aulas práticas e muita motivação. Assistimos uma palestra do astronauta brasileiro, Marcos Pontes e do fundador da EMBRAER, sem contar outros grandes nomes que sempre enfatizaram a importância de continuar, nunca desistir, e acreditar fielmente em seus sonhos.







