Agrotóxicos afetam o cérebro de abelhas

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Recentemente foi feito um estudo na Universidade de Londres sobre qual o efeito dos agrotóxicos no cérebro das abelhas, e constatou-se que com o excesso desse produtos químicos as abelhas são afetadas antes mesmo de nascerem.
O estudo foi realizado pelo Departamento de Ciências da Universidade Imperial de Londres, coordenado pelo Dr. Richard Gill. De acordo com o experimento, é notável que houve redução na expectativa de vida das abelhas e até mesmo a morte de bebês, que são afetados por se alimentarem do que as abelhas adultas trazem do mundo exterior. Quando esses sobrevivem, acabam se tornando adultos de capacidades de aprendizado diminuídas, não produzindo tanto quanto seus antecessores.

No Brasil, em 2019, 500 milhões de abelhas foram mortas justamente por conta do uso excessivo de agrotóxicos, e essa semana, graças à uma ação do PSOL (Partido Socialismo e Liberdade) em pedido ao STF (Superior Tribunal Federal), foi derrubado uma Medida Provisória do governo Bolsonaro que permitiria a liberação automática de agrotóxicos sem revisão e estudos caso essa análise demorasse mais que 60 dias. O que claramente cooperaria para maior devastação do ecossistema.

As abelhas já enfrentam outros problemas no Brasil, desde os grandes campos de monocultura, que diminuem sua opções de alimentação; até a falta de conhecimento das pessoas que sequer sabem quais abelhas são africanizadas (que ferroam) ou brasileiras (que não possuem ferrão).

Já foi comprovado que as abelhas são um dos seres mais importantes da Terra, se não o mais importante, por sua função de polinização, que permite com que todos os alimentos sejam gerados. Ou seja, você só come porque as abelhas existem e polinizaram aquela flor.

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